Brasileiro transforma bateria descartada de BYD em sistema de energia residencial e chama atenção da montadora chinesa

Um inventor do Piauí acaba de provar que inovação não precisa vir de laboratórios caros ou grandes corporações. Usando uma bateria de carro elétrico BYD que seria descartada após um acidente, ele criou um sistema de energia solar off-grid capaz de alimentar uma casa inteira, recarregar o veículo e ainda manter autonomia de até 14 horas sem sol. A solução foi tão engenhosa que atraiu a atenção da própria BYD, que se ofereceu para comprar a tecnologia e incorporá-la ao seu sistema V2L (Vehicle-to-Load).

A história de Frota — como ele se identifica nas redes sociais — é um exemplo perfeito de economia circular aplicada à eletrificação: transformar o que seria lixo tecnológico em solução sustentável e funcional para problemas reais.

Da sucata ao sistema inteligente: como tudo começou

Tudo começou quando Frota encontrou uma bateria de veículo elétrico BYD que havia sido descartada após um acidente ter inutilizado o automóvel. A bateria, no entanto, estava em perfeito estado — com impressionantes 99% de saúde — e seria simplesmente jogada fora.

A maioria das pessoas veria apenas sucata. Frota viu oportunidade.

Ele transformou a bateria automotiva em um sistema estacionário de fornecimento energético que funciona completamente off-grid, ou seja, sem conexão com a rede elétrica da concessionária. A ideia é simples na teoria, mas complexa na execução: usar a bateria de um carro elétrico como armazenador doméstico de energia solar.

Como funciona o sistema criado por Frota

O sistema desenvolvido por Frota utiliza 24 placas solares que captam energia durante o dia. Essa eletricidade é então armazenada na bateria do carro BYD, que funciona como um grande “power bank” residencial.

Durante o dia, a energia solar alimenta diretamente a casa e carrega a bateria. À noite, quando não há geração solar, a energia armazenada na bateria assume o fornecimento, mantendo todos os aparelhos funcionando normalmente — ar-condicionado, televisão, geladeira, chuveiro elétrico, tudo.

Mas aqui está o detalhe crucial que faz toda diferença: o consumo energético diário da residência utiliza apenas 30% da carga total da bateria. Isso significa que mesmo após um dia inteiro de uso, ainda sobram 70% de energia armazenada.

Na prática, isso garante:

  • Autonomia de até 14 horas sem luz solar
  • Capacidade de enfrentar dias nublados ou chuvosos
  • Margem de segurança para picos de consumo
  • Energia sobrando para recarregar o próprio carro elétrico

O módulo mágico: enganando a bateria (de forma inteligente)

A grande sacada técnica de Frota foi criar um módulo eletrônico customizado que faz a bateria “acreditar” que ainda está conectada ao sistema original do carro BYD.

Baterias de carros elétricos possuem sistemas de gerenciamento (BMS – Battery Management System) extremamente sofisticados que monitoram temperatura, tensão, corrente e estado de carga constantemente. Por questões de segurança, essas baterias só liberam energia quando detectam que estão em um ambiente controlado e seguro — ou seja, dentro do veículo original.

O módulo desenvolvido por Frota emula os sinais que a bateria esperaria receber do carro, “enganando” o BMS de forma inteligente e segura. Segundo o inventor, o software original da bateria continua operando normalmente, interrompendo o funcionamento se detectar qualquer irregularidade de temperatura, tensão ou outro parâmetro.

É engenharia reversa aplicada com maestria.

Por que baterias de carros acidentados são perfeitas para isso

Frota explica que baterias de carros elétricos acidentados são ideais para uso residencial por várias razões:

1. Saúde preservada

Mesmo em acidentes graves que inutilizam o veículo, as baterias frequentemente permanecem intactas. A bateria usada por Frota mantém 99% de saúde — praticamente nova.

2. Durabilidade ampliada

“O consumo de uma casa média é dez vezes menor do que o de um carro”, explica Frota. Isso significa que uma bateria projetada para aguentar as demandas intensas de um veículo elétrico pode durar facilmente 20 anos ou mais em uso residencial, onde o ciclo de carga e descarga é muito menos agressivo.

3. Economia circular

Transformar baterias descartadas em sistemas de energia residencial resolve dois problemas simultaneamente: evita que componentes valiosos virem lixo eletrônico e democratiza o acesso a sistemas de armazenamento de energia, que normalmente custam dezenas de milhares de reais.

BYD se interessou: o que vem por aí?

A solução criada por Frota não passou despercebida. A BYD, montadora chinesa responsável pelas baterias utilizadas, se ofereceu para comprar a tecnologia e desenvolvê-la para amplificar o efeito.

O interesse da BYD faz todo sentido estratégico. A montadora já possui o sistema V2L (Vehicle-to-Load), que permite que seus carros elétricos forneçam energia para equipamentos externos. Mas a solução de Frota vai além: transforma baterias descartadas em sistemas estacionários permanentes, criando um novo mercado para componentes que seriam simplesmente jogados fora.

Se a parceria se concretizar, podemos ver nos próximos anos:

  • Kits oficiais BYD de conversão de baterias para uso residencial
  • Programas de recompra de baterias de carros acidentados
  • Sistemas de armazenamento de energia mais acessíveis
  • Maior vida útil e aproveitamento dos componentes de eletrificação

Outras invenções: drones agrícolas sem combustível

A criatividade de Frota não se limita ao sistema residencial. Ele também desenvolveu uma estrutura que recarrega drones agrícolas diretamente no campo, usando a mesma tecnologia de reaproveitamento de baterias, eliminando a necessidade de geradores a combustão.

O sistema mantém os drones ativos em operações de pulverização de até 150 hectares sem usar uma gota de combustível fóssil. É uma solução especialmente valiosa para o agronegócio brasileiro, onde drones estão se tornando ferramentas essenciais para pulverização precisa e monitoramento de lavouras.

O mercado de armazenamento residencial no Brasil

A inovação de Frota chega em momento estratégico. O mercado brasileiro de armazenamento de energia residencial está explodindo, impulsionado por três fatores principais:

1. Fim do net metering tradicional

As novas regras de compensação de energia solar tornaram menos vantajoso jogar o excedente de volta para a rede. Agora, armazenar a própria energia faz mais sentido econômico.

2. Tarifas elétricas crescentes

Com a conta de luz aumentando constantemente, sistemas que garantem independência energética se tornam cada vez mais atrativos.

3. Apagões e instabilidade

Regiões que sofrem com quedas de energia frequentes veem nos sistemas off-grid uma solução definitiva para o problema.

Mas há um obstáculo gigantesco: custo. Sistemas comerciais de armazenamento residencial com capacidade similar custam entre R$ 30 mil e R$ 80 mil. A solução de Frota, usando baterias reaproveitadas, pode custar uma fração disso.

Os desafios técnicos e regulatórios

Apesar da genialidade da solução, existem desafios importantes:

Segurança

Baterias de lítio são potencialmente perigosas se mal gerenciadas. O sistema precisa de monitoramento constante de temperatura, tensão e corrente para evitar superaquecimento, sobrecarga ou curto-circuito.

Certificação

Para comercialização em larga escala, o sistema precisaria passar por certificações da Anatel, Inmetro e outros órgãos reguladores, garantindo que atende normas de segurança elétrica.

Patente do módulo

Frota está no processo de patentear o módulo eletrônico que faz a comunicação com a bateria. Esse é o componente-chave que diferencia sua solução de tentativas amadoras.

Garantia e responsabilidade

Quem seria responsável se algo der errado? Essas questões jurídicas precisam ser resolvidas antes de comercialização massiva.

O futuro do reaproveitamento de baterias

A solução de Frota aponta para um futuro onde baterias de veículos elétricos terão “segunda vida” como sistemas estacionários. É uma tendência global que está apenas começando.

Empresas como Renault, Nissan e BMW já possuem programas pilotos de reaproveitamento de baterias para armazenamento de energia. A diferença é que Frota está fazendo isso no quintal de casa, no Piauí, com engenharia brasileira pura.

Se a BYD realmente abraçar essa tecnologia e desenvolver kits oficiais de conversão, podemos ver uma revolução no acesso a sistemas de armazenamento de energia no Brasil. Baterias que custariam R$ 50 mil novas poderiam ser adquiridas por R$ 10 mil ou menos após acidentes, democratizando completamente o acesso à independência energética.

Conclusão: inovação vem de onde menos se espera

A história de Frota é um lembrete poderoso de que inovação genuína muitas vezes vem de onde menos esperamos. Não foi uma startup bilionária do Vale do Silício, nem um laboratório de P&D de montadora europeia — foi um inventor brasileiro, no Piauí, transformando sucata em solução sustentável.

E o mais importante: é uma solução replicável. Outros inventores, engenheiros e entusiastas podem seguir o mesmo caminho, criando sistemas personalizados de energia usando baterias descartadas.

Com milhões de carros elétricos chegando às ruas brasileiras nos próximos anos, teremos também milhares de baterias sendo substituídas ou descartadas após acidentes. A solução de Frota mostra que essas baterias não precisam virar lixo — podem se tornar a base da independência energética de milhares de famílias.

E você, teria coragem de instalar um sistema de energia usando bateria reaproveitada de carro elétrico? Ou preferiria esperar por soluções comerciais certificadas? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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Brasileiro transforma bateria descartada de BYD em sistema de energia residencial e chama atenção da montadora chinesa

Um inventor do Piauí acaba de provar que inovação não precisa vir de laboratórios caros ou grandes corporações. Usando uma bateria de carro elétrico BYD que seria descartada após um acidente, ele criou um sistema de energia solar off-grid capaz de alimentar uma casa inteira, recarregar o veículo e ainda manter autonomia de até 14 horas sem sol. A solução foi tão engenhosa que atraiu a atenção da própria BYD, que se ofereceu para comprar a tecnologia e incorporá-la ao seu sistema V2L (Vehicle-to-Load).

A história de Frota — como ele se identifica nas redes sociais — é um exemplo perfeito de economia circular aplicada à eletrificação: transformar o que seria lixo tecnológico em solução sustentável e funcional para problemas reais.

Da sucata ao sistema inteligente: como tudo começou

Tudo começou quando Frota encontrou uma bateria de veículo elétrico BYD que havia sido descartada após um acidente ter inutilizado o automóvel. A bateria, no entanto, estava em perfeito estado — com impressionantes 99% de saúde — e seria simplesmente jogada fora.

A maioria das pessoas veria apenas sucata. Frota viu oportunidade.

Ele transformou a bateria automotiva em um sistema estacionário de fornecimento energético que funciona completamente off-grid, ou seja, sem conexão com a rede elétrica da concessionária. A ideia é simples na teoria, mas complexa na execução: usar a bateria de um carro elétrico como armazenador doméstico de energia solar.

Como funciona o sistema criado por Frota

O sistema desenvolvido por Frota utiliza 24 placas solares que captam energia durante o dia. Essa eletricidade é então armazenada na bateria do carro BYD, que funciona como um grande “power bank” residencial.

Durante o dia, a energia solar alimenta diretamente a casa e carrega a bateria. À noite, quando não há geração solar, a energia armazenada na bateria assume o fornecimento, mantendo todos os aparelhos funcionando normalmente — ar-condicionado, televisão, geladeira, chuveiro elétrico, tudo.

Mas aqui está o detalhe crucial que faz toda diferença: o consumo energético diário da residência utiliza apenas 30% da carga total da bateria. Isso significa que mesmo após um dia inteiro de uso, ainda sobram 70% de energia armazenada.

Na prática, isso garante:

  • Autonomia de até 14 horas sem luz solar
  • Capacidade de enfrentar dias nublados ou chuvosos
  • Margem de segurança para picos de consumo
  • Energia sobrando para recarregar o próprio carro elétrico

O módulo mágico: enganando a bateria (de forma inteligente)

A grande sacada técnica de Frota foi criar um módulo eletrônico customizado que faz a bateria “acreditar” que ainda está conectada ao sistema original do carro BYD.

Baterias de carros elétricos possuem sistemas de gerenciamento (BMS – Battery Management System) extremamente sofisticados que monitoram temperatura, tensão, corrente e estado de carga constantemente. Por questões de segurança, essas baterias só liberam energia quando detectam que estão em um ambiente controlado e seguro — ou seja, dentro do veículo original.

O módulo desenvolvido por Frota emula os sinais que a bateria esperaria receber do carro, “enganando” o BMS de forma inteligente e segura. Segundo o inventor, o software original da bateria continua operando normalmente, interrompendo o funcionamento se detectar qualquer irregularidade de temperatura, tensão ou outro parâmetro.

É engenharia reversa aplicada com maestria.

Por que baterias de carros acidentados são perfeitas para isso

Frota explica que baterias de carros elétricos acidentados são ideais para uso residencial por várias razões:

1. Saúde preservada

Mesmo em acidentes graves que inutilizam o veículo, as baterias frequentemente permanecem intactas. A bateria usada por Frota mantém 99% de saúde — praticamente nova.

2. Durabilidade ampliada

“O consumo de uma casa média é dez vezes menor do que o de um carro”, explica Frota. Isso significa que uma bateria projetada para aguentar as demandas intensas de um veículo elétrico pode durar facilmente 20 anos ou mais em uso residencial, onde o ciclo de carga e descarga é muito menos agressivo.

3. Economia circular

Transformar baterias descartadas em sistemas de energia residencial resolve dois problemas simultaneamente: evita que componentes valiosos virem lixo eletrônico e democratiza o acesso a sistemas de armazenamento de energia, que normalmente custam dezenas de milhares de reais.

BYD se interessou: o que vem por aí?

A solução criada por Frota não passou despercebida. A BYD, montadora chinesa responsável pelas baterias utilizadas, se ofereceu para comprar a tecnologia e desenvolvê-la para amplificar o efeito.

O interesse da BYD faz todo sentido estratégico. A montadora já possui o sistema V2L (Vehicle-to-Load), que permite que seus carros elétricos forneçam energia para equipamentos externos. Mas a solução de Frota vai além: transforma baterias descartadas em sistemas estacionários permanentes, criando um novo mercado para componentes que seriam simplesmente jogados fora.

Se a parceria se concretizar, podemos ver nos próximos anos:

  • Kits oficiais BYD de conversão de baterias para uso residencial
  • Programas de recompra de baterias de carros acidentados
  • Sistemas de armazenamento de energia mais acessíveis
  • Maior vida útil e aproveitamento dos componentes de eletrificação

Outras invenções: drones agrícolas sem combustível

A criatividade de Frota não se limita ao sistema residencial. Ele também desenvolveu uma estrutura que recarrega drones agrícolas diretamente no campo, usando a mesma tecnologia de reaproveitamento de baterias, eliminando a necessidade de geradores a combustão.

O sistema mantém os drones ativos em operações de pulverização de até 150 hectares sem usar uma gota de combustível fóssil. É uma solução especialmente valiosa para o agronegócio brasileiro, onde drones estão se tornando ferramentas essenciais para pulverização precisa e monitoramento de lavouras.

O mercado de armazenamento residencial no Brasil

A inovação de Frota chega em momento estratégico. O mercado brasileiro de armazenamento de energia residencial está explodindo, impulsionado por três fatores principais:

1. Fim do net metering tradicional

As novas regras de compensação de energia solar tornaram menos vantajoso jogar o excedente de volta para a rede. Agora, armazenar a própria energia faz mais sentido econômico.

2. Tarifas elétricas crescentes

Com a conta de luz aumentando constantemente, sistemas que garantem independência energética se tornam cada vez mais atrativos.

3. Apagões e instabilidade

Regiões que sofrem com quedas de energia frequentes veem nos sistemas off-grid uma solução definitiva para o problema.

Mas há um obstáculo gigantesco: custo. Sistemas comerciais de armazenamento residencial com capacidade similar custam entre R$ 30 mil e R$ 80 mil. A solução de Frota, usando baterias reaproveitadas, pode custar uma fração disso.

Os desafios técnicos e regulatórios

Apesar da genialidade da solução, existem desafios importantes:

Segurança

Baterias de lítio são potencialmente perigosas se mal gerenciadas. O sistema precisa de monitoramento constante de temperatura, tensão e corrente para evitar superaquecimento, sobrecarga ou curto-circuito.

Certificação

Para comercialização em larga escala, o sistema precisaria passar por certificações da Anatel, Inmetro e outros órgãos reguladores, garantindo que atende normas de segurança elétrica.

Patente do módulo

Frota está no processo de patentear o módulo eletrônico que faz a comunicação com a bateria. Esse é o componente-chave que diferencia sua solução de tentativas amadoras.

Garantia e responsabilidade

Quem seria responsável se algo der errado? Essas questões jurídicas precisam ser resolvidas antes de comercialização massiva.

O futuro do reaproveitamento de baterias

A solução de Frota aponta para um futuro onde baterias de veículos elétricos terão “segunda vida” como sistemas estacionários. É uma tendência global que está apenas começando.

Empresas como Renault, Nissan e BMW já possuem programas pilotos de reaproveitamento de baterias para armazenamento de energia. A diferença é que Frota está fazendo isso no quintal de casa, no Piauí, com engenharia brasileira pura.

Se a BYD realmente abraçar essa tecnologia e desenvolver kits oficiais de conversão, podemos ver uma revolução no acesso a sistemas de armazenamento de energia no Brasil. Baterias que custariam R$ 50 mil novas poderiam ser adquiridas por R$ 10 mil ou menos após acidentes, democratizando completamente o acesso à independência energética.

Conclusão: inovação vem de onde menos se espera

A história de Frota é um lembrete poderoso de que inovação genuína muitas vezes vem de onde menos esperamos. Não foi uma startup bilionária do Vale do Silício, nem um laboratório de P&D de montadora europeia — foi um inventor brasileiro, no Piauí, transformando sucata em solução sustentável.

E o mais importante: é uma solução replicável. Outros inventores, engenheiros e entusiastas podem seguir o mesmo caminho, criando sistemas personalizados de energia usando baterias descartadas.

Com milhões de carros elétricos chegando às ruas brasileiras nos próximos anos, teremos também milhares de baterias sendo substituídas ou descartadas após acidentes. A solução de Frota mostra que essas baterias não precisam virar lixo — podem se tornar a base da independência energética de milhares de famílias.

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